Quarta-feira, 30 de Março de 2011

Objectivos para o trabalho de pesquisa sobre o Marquês de Pombal

Introdução

O reinado de D. José I ficou associado à figura de Sebastião José de Carvalho – Marquês de Pombal – que, possuidor de uma forte personalidade e espírito empreendedor, rapidamente conseguiu captar as atenções do rei, que o nomeou para seu ministro.

O Marquês de Pombal era adepto de uma forma de poder designado despotismo esclarecido, no qual o rei, detentor de um poder absoluto, deveria exercê-lo de uma forma esclarecida e racional, tendo em vista o bem-estar do povo.

Logo que assumiu a governação, o Marquês de Pombal iniciou uma campanha para fortalecer o poder da Coroa, criando novos órgãos de administração.

O comércio e as manufacturas foram as actividades económicas que mais atenção mereceram por parte do Marquês. 

Ao contrário da nobreza e do clero, a burguesia portuguesa foi protegida pelo Marquês de Pombal, transformando-se num grupo social muito poderoso.

Decorria o ano de 1755 quando um forte terramoto, seguido de maremoto, deixou grande parte do centro de Lisboa e localidades a sul de Portugal completamente destruídas. O Marquês começou por tomar medidas no sentido de manter a ordem e, numa segunda fase, empenhou-se no projecto de reconstrução da cidade.

 

Actividade

- O trabalho destina-se a alunos com planos de recuperação;

- Cada aluno pesquisa:

  • as alterações ocorridas na sociedade portuguesa no tempo de Pombal;
  • as consequências do terramoto de 1755;
  • o urbanismo pombalino;

- Redige um texto em que o Marquês de Pombal explique as medidas que tomou para governar o reino e descreva o terramoto de 1755;

- Os trabalhos serão publicados no sítio da Internet da disciplina.

 

O processo

Para a concretização deste trabalho, os alunos terão que:

- Consultar as páginas 142, 143, 144, 145, 146, 147, 148 do manual;

- Fazer pesquisas na Internet sobre o tema.

 

Os recursos

- Manuais escolares;

- Enciclopédias;

- Internet.

 

Avaliação

A actividade será avaliada com base nos seguintes critérios:

- Pesquisou de forma séria e profunda os temas propostos.

- Trouxe informações importantes para a discussão.

- O resultado de sua actividade foi relevante e criativo.

- A argumentação foi bem desenvolvida.

 

Data de entrega

4 de Abril de 2011

publicado por historia8aavanca às 00:48
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Quarta-feira, 23 de Março de 2011

O terramoto de Lisboa

 

 

O terramoto de Lisboa, gravura de 1755

 

  1. Descreve o acontecimento retratado na gravura.
publicado por historia8aavanca às 00:43
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O terramoto de 1755

"A terra bruscamente moveu-se. (...) Nas ruas as parelhas, os telheiros, as bancas voltaram-se de pernas para o ar. Os barris rolavam e espatifavam-se. As pessoas eram atiradas ao chão. Nas casas, partiam-se os candeeiros, caíam os móveis, as paredes rachavam, os tectos abatiam. As pessoas atropelavam-se para alcançarem uma saída. Umas eram espezinhadas, outras eram esmagadas sob pedaços de pedra (...). Durante seis minutos intermináveis a cidade oscilou nos seus alicerces, dilacerou-se e vacilou."

 

Suzanne Chantal, A Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto, Livros do Brasil, Lisboa

 

  1. Quais foram as consequências do terramoto de 1755?
publicado por historia8aavanca às 00:40
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A submissão da nobreza

"O ataque à nobreza começou em 1758, quando foi anunciado que o rei estava indisposto e que a rainha assumiria a regência.

Uns meses mais tarde, a indisposição do rei foi apresentada ao público pela propaganda do governo como o resultado de uma conspiração para a assassinar, levada a cabo por aristocratas (...). Pombal dirigiu a sua vingança, em primeiro lugar, contra o duque de Aveiro, cujo palácio foi queimado (...).

Em seguida, virou-se para a família Távora (...) quebraram-lhe os ossos na roda, ao estilo medieval, enquanto a marquesa de Távora foi obrigada a assistir à execução dos próprios filhos (...). Quando o terror se espalhou, mil ou mais supostos inimigos do rei e do seu ministro foram encarcerados em masmorras."

 

David Birmingham, História de Portugal, Uma Perspectiva Mundial, Terramar, 1998

 

  1. Como foi que o Marquês de Pombal atacou a nobreza?
publicado por historia8aavanca às 00:30
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Lições n.ºs

Que aprendizagens e competências vais desenvolver:

  • Levantamento de ideias tácitas e/ou prévias sobre o conceito de despotismo iluminado.
  • Leitura e análise de documentos escritos sobre o despotismo pombalino.
  • Observação e análise de uma imagem da execução dos Távoras.
  • Observação de uma imagem do terramoto de 1755.
  • Leitura e interpretação de um texto sobre o terramoto de Lisboa.
  • Leitura e análise de um texto sobre o dramatismo da catástrofe.
  • Observação e análise do plano de reconstrução da cidade de Lisboa.

O que deves conseguir fazer no final da(s) aula(s):

  • Definir despotismo esclarecido ou iluminado.
  • Explicar as alterações ocorridas na sociedade portuguesa no tempo de Pombal.
  • Identificar as consequências do terramoto de 1755.
  • Caracterizar o urbanismo pombalino.

Orientações para o teu estudo:

  • Realizar a questão 6 da página 153 do manual.
  • Resolver o exercício 5 da página 33 do livro de actividades.
publicado por historia8aavanca às 00:09
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Terça-feira, 1 de Março de 2011

Objectivos para o trabalho de pesquisa sobre a crise do império português do Oriente

Introdução

O lucrativo comércio do Império Português do Oriente começou a dar sinais de crise no século XVI. 

O Tratado de Tordesilhas tinha permitido a Portugal, um reino pequeno, o monopólio comercial sobre uma área muito vasta de terra e de mar, que incluía parte da América, a África e o Oriente.

A dispersão e o tamanho de tal território bem como os ataques constantes dos povos inimigos exigiam aos Portugueses um grande controlo, que os esgotava em dinheiro e em gente. 

É neste contexto que D. Sebastião assume o poder, apenas com 14 anos. Sem experiência governativa e sonhando com a glória de combater os Muçulmanos em campanhas no Norte de África, tenta conquistar Alcácer Quibir. Quase todos os elementos da expedição militar acabaram por morrer, entre eles o próprio rei.

Sem sucessores directos, a morte de D. Sebastião vai mergulhar Portugal numa grave crise política. Em 1580, Filipe II de Espanha invadiu Portugal e foi aclamado rei.

A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de nobres portugueses revolta-se e faz aclamar D. João, Duque de Bragança. Inicia-se, assim, a restauração da independência de Portugal.

 

Actividade

- O trabalho é individual;

- Cada aluno pesquisa:

  • as causas da crise do Império Português do Oriente;
  • as razões que levaram D. Sebastião a atacar o Muçulmanos no Norte de África;
  • as consequências da batalha de Alcácer Quibir;
  • os pretendentes ao trono português;
  • as promessas de Filipe II de Espanha e dos seus sucessores;
  • a situação de Portugal durante a união ibérica.

- Redige um texto em que D. Sebastião explique a crise do Império Português e a União Ibérica;

- No final, cada aluno deverá apresentar o seu texto à turma.

- Os trabalhos serão publicados no sítio da Internet da disciplina.

 

O processo

Para a concretização deste trabalho, os alunos terão que:

- Consultar as páginas 98, 99, 100, 102, 103 e 115 do manual;

- Rever os trabalhos de casa;

- Fazer pesquisas na Internet sobre o tema.

 

Os recursos

- Manuais escolares;

- Enciclopédias;

- Internet.

 

Avaliação

O grau de participação nas actividades será avaliado com base nos seguintes critérios:

- Discutiu de forma séria e profunda com os/as colegas sobre os temas propostos.

- Trouxe informações importantes para a discussão.

- O resultado de sua actividade foi relevante e criativo.

 

As apresentações serão avaliadas com base nos seguintes critérios:

- A apresentação trouxe várias contribuições relevantes para a discussão.

- A argumentação foi muito bem desenvolvida.

- Foi uma apresentação relevante e criativa.

 

Data de entrega

16 de Março de 2011

publicado por historia8aavanca às 01:12
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Objectivos para o trabalho de pesquisa sobre a crise religiosa do século XVI

Introdução

No século XVI, a após décadas marcadas por um afastamento cada vez maior entre clérigos e crentes, esta crise acentuou-se. No comportamento dos elementos da Igreja, eram comuns atitudes e posturas que, por serem opostas aos ideais cristãos, começavam a abalar a autoridade e o prestígio desta instituição.

Por outro lado, os humanistas, com o seu espírito crítico, não hesitaram em criticar a Igreja.

Martinho Lutero, um monge alemão, tornou pública a sua opinião ao afixar, nas portas da catedral de Wittemberg, um texto contra as indulgências. Lutero tentava demonstrar que a capacidade para conceder perdão dos pecados não pertencia ao Papa, e que a absolvição passava, unicamente, pela prática das boas acções e nunca pelo pagamento de quantias em dinheiro.

Lutero foi perseguido e excomungado, mas as suas ideias reformistas deram início a uma nova doutrina – o Protestantismo.

 

Actividade

- O trabalho é individual;

- Cada aluno pesquisa:

  • os factores que contribuíram para a crise da Igreja Católica, no século XVI;
  • o grupo social a quem as críticas são dirigidas;
  • as críticas que lhe são apontadas;
  • os motivos que levaram Martinho Lutero a não conceder o perdão aos crentes;
  • as medidas tomadas no Concílio de Trento no sentido de renovar a Igreja Católica e combater o avanço das ideias protestantes.

- Redige um texto em que Martinho Lutero explique a crise da Igreja Católica;

- No final, cada aluno deverá apresentar o seu texto à turma.

- Os trabalhos serão publicados no sítio da Internet da disciplina.

 

O processo

Para a concretização deste trabalho, os alunos terão que:

- Consultar as páginas 85, 86, 87, 89 e 90 do manual;

- Rever os trabalhos de casa;

- Fazer pesquisas na Internet sobre o tema.

 

Os recursos

- Manuais escolares;

- Enciclopédias;

- Internet.

 

Avaliação

O grau de participação nas actividades será avaliado com base nos seguintes critérios:

- Discutiu de forma séria e profunda com os/as colegas sobre os temas propostos.

- Trouxe informações importantes para a discussão.

- O resultado de sua actividade foi relevante e criativo.

 

As apresentações serão avaliadas com base nos seguintes critérios:

- A apresentação trouxe várias contribuições relevantes para a discussão.

- A argumentação foi muito bem desenvolvida.

- Foi uma apresentação relevante e criativa.

 

Data de entrega

16 de Março de 2011

publicado por historia8aavanca às 00:41
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Objectivos para o teste de avaliação

Objectivos que deves atingir:

  • Definir Sociedade de Ordens (página 124 do manual).
  • Descrever os principais privilégios do clero e da nobreza (páginas 125 e 126).
  • Explicar em que diferem as ordens privilegiadas das ordens não privilegiadas (páginas 124, 125, 126 e 127).
  • Identificar os poderes do rei absoluto (páginas 128 e 129).
  • Caracterizar o poder absoluto do rei (página 129).
  • Identificar as características da arquitectura barroca (página 137 e 138).
  • Identificar as características da pintura barroca (página 139).
  • Identificar as principais características da escultura barroca (página 139).

Como deves preparar-te para o teste:

  • Relê as páginas do manual e os apontamentos.
  • Revê os trabalhos de casa.
  • Para testares os teus conhecimentos, realiza as questões da página 127, 129 e 138 do manual.
publicado por historia8aavanca às 00:37
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