Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Lições n.ºs 33 e 34

 Que aprendizagens e competências vais desenvolver:

  • Visionamento e exploração de excertos dos filmes "Hamlet" e "Um Homem para a eternidade".
  • Audição da música "Hoy comamos y bevamos", de Juan del Enzina (1496).
  • Observação e análise de imagens de obras de arte da Baixa Idade Média e da arte renascentista.
  • Observação e exploração de imagens de elementos arquitectónicos renascentistas.
  • Observação e exploração de imagens de pintura renascentista.
  • Observação e exploração de imagens de esculturas renascentistas.
  • Análise, interpretação e exploração de mapas, localizando os principais centros de criação artística do Renascimento e os principais artistas.

O que deves conseguir fazer no final da(s) aula(s):

  • Quais foram as principais fontes de inspiração da arte renascentista?
  • Como se caracteriza a arquitectura renascentista?
  • Em que consistiram as inovações na pintura?
  • Como foi representada a figura humana na escultura da Renascença?
publicado por historia8aavanca às 17:47
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

"Hoy comamos y bevamos", de Juan del Enzina (1496)

 

 

publicado por historia8aavanca às 00:02
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

"A Man For All Seasos", de Fred Zinnemann (1966)

 

 

publicado por historia8aavanca às 23:57
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"Hamlet", de Franco Zeffirelli (1990)

 

 

publicado por historia8aavanca às 23:53
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A importância da experiência

"Os mestres estão empoleirados na sua cátedra como galinhas e, com um notável ar de desprezo, dão informações sobre as coisas que jamais tocaram com as suas próprias mãos, mas que se lembram de ter lido nos livros dos outros (...). Por consequência, todo o ensino é falso: perde-se o tempo com questões absurdas e é tudo tão confuso que o aluno aprende ali menos do que se seguisse o curso de carniceiro (...)"

 

André Vesálio, Acerca da estrutura do corpo humano, 1543

 

  1. Qual a crítica apontada aos grandes mestres?
  2. Comenta a importância da experiência no processo de construção dos saberes.

 

publicado por historia8aavanca às 23:50
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Ironia e crítica social em Erasmo

“Próximo da felicidade teólogos está a daqueles a que o vulgo chama religiosos e monges (…). Atribuem tanta importância às suas particulares cerimónias e às suas tradições humanas que lhes parece que o céu não é bastante prémio para tantos méritos. Esquecem todos que Cristo lhes perguntará somente se obedeceram à sua lei, a lei da caridade. (…)

Já há algum tempo que desejava falar-vos dos reis e dos príncipes (…). Eles entregam aos deuses todos os negócios, levam uma vida de moleza e não querem ouvir senão os que lhes dizem coisas jucundas ou lhes afastam os cuidados. Julgam executar inteiramente as funções régias se vão assiduamente à caça, se tratam dos cavalos, se vendem comodamente prefeituras, se diariamente inventam novas maneiras de diminuir a riqueza dos cidadãos e de aumentar a da coroa com o fisco. (…)

Que direi dos cortesãos? Nada há mais rasteiro, mais servil, do que esses homens que se querem considerar os primeiros entre todos. (…)

Rivais dos príncipes, os sumos pontífices, os cardeais e os bispos quase os superam. (…) Os nossos pastores não fazem mais do que buscar pasto. (…)

Se julgares o meu discurso demasiado petulante, pensai que falei em nome da loucura.”

 

Erasmo de Roterdão, Elogio da Loucura, Lisboa, Cosmos Clássicos, 2000, pp. 120-121

 

  1. A quem são dirigidas as críticas formuladas por Erasmo. Porquê?
publicado por historia8aavanca às 23:43
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A educação humanista

“Vitorino, originário de Feltre, na Lombardia, era um homem de categoria, e de vida sóbria, instruído no grego, no latim e nas sete artes liberais. (…) Era reputado em toda a Itália pelas suas virtudes e os seus conhecimentos e por isso numerosos aristocratas venezianos lhe enviaram os filhos para que os educasse e lhes ensinasse as belas letras (…). Ele permitia-lhes praticar exercícios físicos, e os filhos dos nobres eram encorajados a (…) fazer todos os exercícios bons para o desenvolvimento do corpo, dando-lhes estes recreios depois de terem aprendido e recitado as suas lições. Fazia leituras nas disciplinas apropriadas a cada classe e ensinava as artes liberais e o grego (…). Estabelecia um horário apertado, e não consentia que nenhuma hora fosse perdida. Raros eram os alunos que abandonavam a casa, e regressavam sempre à hora marcada; à noite todos eram obrigados a recolher cedo. Assim os criava nos hábitos de ordem e de aplicação (…)."

 

Vespasiano da Bistici, “Vida dos homens ilustres”, in Gustavo de Freitas, 900 Textos e Documentos de História, vol. II, Lisboa, Plátano Editora, 1978, p. 146

 

  1. Em que consistiam as aprendizagens dos jovens educados por Vitorino de Feltre. 
  2. Qual é a tua opinião sobre a educação do Renascimento?
publicado por historia8aavanca às 23:37
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Crítica de um humanista à nobreza tradicional

“Ao nobre parece não existir nobreza semelhante à sua, pelo que julga que todos os outros lhe ficam muito atrás. Procura, em todas as coisas, fazer como fazem os reis e os príncipes e ordena que o sirvam de joelhos (…).

Não sabe ler nem escrever e se soubesse não quereria saber, porque é tido por mais nobre aquele que menos sabe. Só estuda questões de gravidade e como deve fazer para se mostrar grande e abaixar os demais, porque [para ele] é em coisas como estas e não na virtude que consiste a nobreza.”

 

Anónimo italiano do século XVI, “Verso e Anverso do Reyno de Portugal”, tradução de A. H. de Oliveira Marques, in Revista Nova História, Século XVI, n.º 1, Maio de 1984, Ed. Estampa. 

 

  1. Que críticas de fazem à nobreza tradicional na época do Renascimento e como se justificam essas críticas? 
publicado por historia8aavanca às 23:34
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O cortesão ideal

“Que o cortesão ideal seja, além de nobre, homem de bem, isto é, prudente, bom, corajoso, confiante; belo e elegante. Que a sua principal e autêntica profissão seja a das armas, que saiba todos os exercícios que convêm a um militar. Que o perfeito homem de corte seja alegre, saiba jogar e dançar, que se mostre homem de espírito e seja discreto.

As letras de Deus revelou aos homens são úteis e necessárias à vida e à dignidade do Homem. Que o cortesão conheça não só o latim, mas também o grego. (…) Que ele saiba escrever em prosa, particularmente a nossa língua. Louvá-lo-ei também por saber várias línguas estrangeiras, principalmente o espanhol e francês (…). A sua cultura parecer-me-á insuficiente se não tiver conhecimentos de música (…). Há ainda um aspecto que julgo de grande importância; trata-se da arte do desenho e da pintura. (…) Que o nosso homem de corte seja um perfeito cavaleiro de toda a sela: nos torneios, nos duelos, nas corridas, no lançamento do dardo e da lança. (…) Convém também que saiba saltar e correr."

B. Castiglione, O Cortesão

 

  1. Como é que devia ser o "Homem ideal" renascentista?  
publicado por historia8aavanca às 23:30
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Lições n.ºs 31 e 32

 Que aprendizagens / competências vais desenvolver:

  • Levantamento de ideias tácitas e/ou conhecimentos prévios dos conceitos de: Renascimento, Humanismo, mecenato, espírito crítico, heliocentrismo, Naturalismo e Classicismo.
  • Observação e exploração da obra "Divina Proporção", de Leonardo Da Vinci.
  • Observação e exploração da "Escola de Atenas" de Rafael.
  • Leitura e interpretação de textos sobre o ideal de vida do homem renascentista.
  • Leitura e interpretação de textos sobre o ideal de educação humanista. 
  • Realização de um debate sobre a "Educação renascentista e educação na actualidade".
  • Análise, interpretação e exploração de mapas, localizando os principais focos de difusão cultural do Renascimento e os principais humanistas.
  • Leitura e análise de excertos de obras de Erasmo de Roterdão e Thomas More.

O que deves conseguir fazer no final da(s) aula(s):

  • Caracterizar o movimento renascentista.
  • Relacionar o espírito crítico renascentista com o alargamento do conhecimento.
  • Interpretar o papel dos indivíduos e dos grupos nas áreas do pensamento, da criação literária, do conhecimento científico e da arte.
  • Localizar as zonas de expansão dos  movimentos culturais e religiosos dos séculos XV e XVI. 
publicado por historia8aavanca às 23:01
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Lições n.ºs 29 e 30

Que aprendizagens / competências vais desenvolver:
  • Exploração de ideias tácitas e/ou conhecimentos prévios sobre os conceitos de capitania, feitoria, aculturação, miscigenação e missionação.
  • Leitura e interpretação de vários textos sobre a escravatura.
  • Observação de imagens que retratam o desenvolvimento civilizacional das culturas orientais com as quais os portugueses contactaram.
  • Análise de fontes escritas sobre as diferentes políticas de controlo da expansão asiática adoptadas pelos vice-reis.  
  • Análise de imagens do Biombo Namban.
  • Análise de textos sobre a acção evangelizadora de S. Francisco de Xavier e a política de casamento e fixação de portugueses na Índia.
  • Leitura e análise de excertos da "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto. 
  • Observação e análise de um mapa sobre o império colonial português e as rotas dos produtos transaccionados.
  • Visionamento de excertos do filme "A Missão" de Roland Joffé.
  • Realização de um debate subordinado ao tema: "A escravatura - uma realidade só do passado ou ainda do presente?"

 

O que deves conseguir fazer no final da(s) aula(s):

  • Apontar algumas repercussões do expansionismo europeu sobre as culturas de África, Ásia e América.
  • Distinguir as formas de ocupação e de exploração económica implementadas por Portugal na África, no Oriente e no Brasil, relacionando-as com a especificidade dessas regiões.
  • Identificar as características fundamentais da conquista e da ocupação espanholas na América Central e do Sul.
  • Localizar no tempo e no espaço os impérios português e espanhol.
  • Aplicar os conceitos de: capitão-donatário, colonização, feitoria, império colonial, miscigenação e missionação.

 

 

 

publicado por historia8aavanca às 10:43
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